quinta-feira, 25 de março de 2010


Estou cursando o último do médio, para aqueles que não sabem.


E, bem, tem toda aquela história de, por ser o último ano:
- temos a chance de escolher aonde estaremos no ano que vem e, portanto, devemos nos esforçar para não ficar no mesmo lugar.
- temos de agir como adultos.
- temos de respeitar a coletividade.
- temos de saber, no caso do pessoal do meu colégio, que nós temos todas as oportunidades à nossa frente, só falta aproveitá-las.
- temos de permanecer em silêncio assim que o professor chega na sala.
- temos de saber nos comportar.

Pode parecer que eu acho toda essa história ridícula, e que nós ainda somos novos, e blábláblá, mas não, eu concordo com tudo isso.

Então porque eu coloquei tudo isso?

Primeiro, eu nunca tinha pensado no fator escolha. Para mim, ano que vem pertencia ao ano que vem, e eu não tinha de escolher nada, porque a escolha já estava feita.
Mas aí eu percebi que não é bem assim.

E, para muitos, ano que vem significa independência, não pelos 18 anos, mas porque muitos saem de casa, trabalham E pagam a própria faculdade.

Então ano que vem é sim uma prova de maturidade. Você deixa de ser dependente (o que não é totalmente verdade, mas não vem ao caso) e passa a viver do seu próprio esforço.

É muita responsabilidade. E continuará sendo, porque não teremos ninguém para resolver as coisas por nós.

NESSE sentido, eu tenho cometido um erro e tanto.

Para estar pronto, é preciso se preparar. E eu não estou fazendo isso.
Não consigo fazer isso.

UGH!!

Enfim, só queria colocar aqui porque eu não consigo falar isso para alguém sem ouvir um: "você já devia ter começado". Heh. O que não é bacana, porque a pessoa tem razão.

Tchau!

quarta-feira, 10 de março de 2010


Imagem fofa, neh? Não sei onde achei, mas não é minha.



Hey! Pessoas, eu estou tentando postar aqui há um tempo, mas a bateria o pc estava sempre no fim, e nunca dava para postar nada sem acabar com ela de uma vez.

Aí criei vergonha na cara e resolvi carregá-lo enquanto usava!

Então, eu tinha outra coisa para dizer, mas esqueci.

O texto da postagem anterior foi escrito por um motivo, claro. Não me referi à cegueira física, mas à cegueira... Moral? Social? Quando não vemos o que está bem à nossa frente. Mas o texto seria mais impactante, para mim, se eu tivesse postado no dia seguinte ou na mesma semana.

Poxa, ouvi umas coisas divertidas pelos professores hoje, mas eu acho que me distraí demais essa tarde e não me lembro das coisas boas. Só das broncas.

T_____T




Ah, vou sair, não tenho muito mais o que dizer.
Bye!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Aqueles Dias





imagem tirada de http://sadchield.blogs.sapo.pt/arquivo/pensativo.jpg


Dias e dias.
Ricardo Gondim

TEM dias que as palavras são de chumbo
E a gente não trasborda sentimentos, só repisa trilhas batidas.
TEM dias que a inspiração é horrorosa
E a gente só quer despir os panos esgarçardos nas ilusões.
TEM dias que a mente não pára e não vem revelação
E a gente só quer rasgar os remendos mal cerzidos pela pieguice.
TEM dias que a poesia se liquefaz em queixa
E a gente só desdobra os lenços úmidos de lamentos.
TEM dias que tudo fica duro, muito áspero
E a gente só quer sumir pelas montanhas da solidão.
TEM dias que a morte parece tão eminente
E a gente só treme diante do grande medo.
TEM dias que a solidão é avassaladora
E a gente só grita Eloí, Eloí....


Bem, eu podia dizer que existem dias que acordamos de bem com a vida, pensando positivo, encarando de frente (e com calma) os problemas (e os inimigos), mas aí me lembrei que existem também aqueles dias que acordamos com raiva de tudo, de nós, da sombra, do mundo.

Então me lembrei desse poema que eu tinha no orkut e, como ele descreve tudo o que eu poderia dizer, resolvi colocá-lo. O autor tem um site, www.ricardogondim.com.br, onde ele colocar todos os poemas de sua autoria.

Enfim, acho que é isso por hoje.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O hoje, o ontem e o amanhã


As escolhas que fizemos ontem refletem hoje.

Se cada segundo que passa vira passado, então a escolha de utilizar esse tempo ou não (e a forma de utilizá-lo) vai refletir no seu futuro (que seria ou o segundo seguinte, ou o dia seguinte, ou a semana, o mês...).

Como cada escolha nos leva a um caminho desconhecido, o amanhã é cheio de possibilidades. Se escolhemos mentir agora, nesse exato momento e levamos a mentira adiante, um dia, por mais tardio que seja, a verdade virá à tona.

Se você errou, fez algo diferente, se se arrependeu, o único culpado é você, mesmo se tiver sido influenciado. Afinal, você ouviu o outro.

Imaginem todos formando apenas UM futuro? Qual a nossa responsabilidade? Já não existe pressão o suficiente sobre nós com relação ao nosso modo de agir, ao nosso próprio futuro? Tudo aquilo que fazemos altera o nosso amanhã (mesmo que seja o minuto seguinte), que tal fazermos as escolhas adequadas para criarmos um "mundo melhor"?

Conto com você :)